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Check list!

Claro que todos já viram em blogs e sites por aí listas e mais listas de coisas a se fazer antes dos 30, 40, 50 anos. E muitas delas incluem a experiência de viajar e conhecer lugares. Mas temos de admitir: ante todas as responsabilidades e obrigações da vida, viajar, infelizmente, está entre as menos prioritárias.

Além disso, temos sempre a ideia de que viajar é algo grandioso, que custa caro e envolve muito esforço, planejamento, preparo. Achamos que se trata de algo que deve ser visto com meses de antecedência, com todas as precauções e para lugares distantes, com todas as dificuldades possíveis, como necessidade de um passaporte, visto, dinheiro em outra moeda…

Mas e se pensássemos em viagens menores, experiências boas, mas mais simples e baratas? E se planejássemos com antecedência e conseguíssemos fazer uma pequena viagem todo ano? Imagine quantos sonhos poderíamos realizar e quantos objetivos poderíamos cortar em nossas listas pessoais! Imagine poder planejar algo com poucos dias de antecedência, algo que possamos fazer em nosso próprio país, ou países vizinhos acessíveis. Não precisaríamos de documentação, muito preparo, nem liquidar todas nossas economias de 3 anos. Imagine passar um fim de semana em um lugar diferente, conhecer uma cultura, pessoas diferentes. Imagine quantas experiências novas poderíamos ter se fôssemos desapegados da ideia de que viajar é algo complicado demais!

Portanto, como inspiração, vai aí uma lista com 50 experiências de viagem para termos durante toda a vida. Se não fizer todas, que faça algumas, que tenha a disposição para se aventurar e se arriscar um pouco. Que tenha a vontade de conhecer mais e aprender mais. Que passe por coisas que o ensine a viver a vida de forma diferente na volta. Que faça a vida ter sido mais cheia e alegre.

1. Set foot on each of the seven continents.

2. Cross a country on a bicycle.

3. Ride something bigger than a horse.

4. Live like a local for a month.

5. Visit a “real” blues bar in Chicago.

6. Learn another language.

7. Go heli-skiing.

8. Travel India by train.

9. Climb one of the world’s Seven Summits.

10. Dive with a whale shark.

11. Participate in a Carnival parade in Brazil. Y

12. Dance tango in Argentina.

13. Surf.

14. SCUBA the Great Barrier Reef.

15. Publish an article about your travels.

16. Volunteer abroad for a month.

17. Follow in the footsteps of your favorite travel book.

18. Take a bush plane ride into Africa’s interior.

19. Cross a glacier on foot.

20. Visit the source of one of the world’s great rivers.

21. Climb an active volcano.

22. Buy a boat and learn to sail.

23. Follow your food from field to table.

24. Bathe in the Ganges.

25. Travel around the world. S

26. Photograph an endangered species.

27. Participate in Burning Man. As they say: “Trying to explain Burning Man to someone who has never been is like trying to explain color to a blind person.”

28. Spend 24 hours alone in the jungle.

29. Learn how to make a national dish.

30. Teach English in a foreign country.

31. Attend a music festival in another country.

32. Cross a country using only public transportation.

33. Spend the night in a storied/historic hotel.

34. Attend the Olympics.

35. Meet your favorite (living) travel writer. Tthem for it.

36. Travel to Germany to experience Love Parade or one of the world’s other big festivals.

37. Partake in a Japanese tea ceremony.

38. Join a caravan in the Sahara.

39. Go to Oktoberfest.

40. Stand at the North or South Pole.

41. Be in the stands when two rival South American club teams play each other in soccer.

42. Visit the birthplace or grave site of a cultural icon.

43. Find your version of “The Beach.”

44. Enjoy a freshly rolled cigar in Cuba.

45. Visit every capital city in Europe.

46. Watch an orchestral performance in Vienna.

47. Skydive.

48. Bike the Pacific Coast Highway.

49. Shake hands with someone who has truly changed a country.

50. Participate in the world’s biggest water fight during Thailand’s New Year’s festivities (Songkran).

Fonte: The Huffington Post

Halloween!

Há quanto tempo não apareço por aqui! Mas pelo menos venho com novidades! A Festa de Halloween da escola no dia 31 de Outubro foi um arraso! O tema era simples: personagens de filmes ou trajes pretos e todo mundo foi fiel! Foram mais de duas horas de brincadeiras, jogos temáticos e muita comida gostosa! Ah, e claro, um pouquinho de medo para dar o tom apropriado, né?

Como todo ano, a festa recebeu muitos alunos e esperamos que aqueles que perderam a oportunidade possam vir na próxima!

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Huuuummmm…

Sim, vou falar de comida! Não me batam! Dessa vez tentarei pelo menos incluir um pouco de cultura no prato…

Para os fãs de lanchonetes de fast food, é comum encontrar a palavra “Texas” no cardápio. Acontece que para os norte-americanos o estado do Texas tem grande história com pratos com carne de todos os tipos, ingredientes calóricos e comida para os mais famintos. Além disso, o estado do Texas sofreu grande influência do país vizinho, o México, e, por isso, incorporou muitos dos pratos e ingredientes mexicanos em sua cultura. O resultado? Porções generosas e apimentadas que aparecem nas grandes redes mundiais como Outback, Applebees e Chilis. 

Mas para aqueles que gostam de treinar as habilidades culinárias, aqui vai uma receita fácil e tipicamente texana, que aparece hoje em inúmeros restaurantes da cidade. Divirta-se tentando ou corra para comer em algum lugar!

Ah! Claro que um pouco de desafio é necessário, então a receita vai na língua dos criadores do prato!

 

 

http://www.thenovicechefblog.com/2013/01/texas-cheese-fries/

Reciclar sai caro?

Eu sei que o tempo todo ouvimos sobre a nova onda verde, que incentiva o uso de materiais reciclados ou feitos a partir de produtos orgânicos. E sei também, por experiência própria, que muitos destes produtos não são baratos. Às vezes até mais caros que os que estamos acostumados a comprar. E convenhamos: é difícil pensar em ajudar a natureza quando isto mexe com o bolso, certo? Por isso a dica que vou dar é diferente. Reaproveitar. 

Imagine que você pintou as paredes da casa e, claro, agora tem várias latas de tinta de alumínio. Você, pensando no meio ambiente, manda para alguém que faz a reciclagem. Sim, isto é muito bom. Mas sabe o que seria melhor ainda? Reutilizar as latas você mesmo! Pense: em vez de comprar vasos para decorar a casa recém-pintada, por que não encapa as latas com algo de sua preferência e as usa como vasos? Tem uma mala velha que pretende jogar fora? Tire a tampa e faça uma caminha bem moderna para o seu cachorro. Com um pouco de paciência e criatividade (sua ou “roubada” de sites pela internet), você pode montar quase uma casa toda gastando muito menos do que se fosse comprar tudo novo. E olha, não sei você, mas eu acho muito mais bonito!

O que não falta é ideia. Você só precisa sacudir a poeira (de você e das coisas) e colocar a mão na massa! A seguir uma foto de inspiração tirada de um blog ótimo, casadesobra.wordpress.com. 

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Vamos para Éire!

Não, não é uma terra fantástica de um dos livros de Tolkien, é só como os irlandeses gostam de se referir à República da Irlanda em sua língua nativa: celta. Mas, brasileiro, não se assuste. As surpresas meio que param por aí!

Para nós, um povo tipicamente sociável e falante, a Irlanda é praticamente um paraíso. A população é amigável e aberta a visitantes. Como muitos de nós, também adoram uma cerveja e, como gostam de dizer, são especialistas no assunto. Ir pra lá sem tomar uma é quase um crime. Aliás, para os brasileiros que também curtem uma boa carne, é um paraíso. Se tem um país onde você não encontrará um vegetariano é a Irlanda!

Mas se isso ainda não te convenceu, agora vai: é um dos países mais baratos da Europa, onde a população INTEIRA fala inglês, o território é pequeno e pode ser percorrido inteiro de ônibus em poucos dias e… é lar da banda U2. Ok, não tem como deixar de ir depois de tantos argumentos favoráveis. E se você é aquele tipo pessimista que vai contra atacar dizendo que quase não há dias sem chuva na Irlanda, o otimismo vai rebater: isso só deixa a grama muito mais verde!

Leila

Can we?

Você já se perguntou porque nos Estados Unidos as eleições presidenciais são sempre um evento muito mais divulgado pelo país do que as nossas eleições são por aqui? Claro que a resposta pode ir a níveis muito profundos, mas o principal a dizer é que os norte-americanos foram e são muito mais patriotas do que o povo brasileiro. Um exemplo claro da diferença é o fato de as eleições não serem obrigatórias por lá e, mesmo assim, vermos milhões de pessoas fazendo fila para escolher seu representante. Temos de admitir: se as eleições no Brasil não fossem um dever do cidadão, é possível que muitos de nossos familiares e amigos deixassem de votar em favor de passar o fim de semana na praia vazia. 

O sentimento norte-americano em relação aos candidatos é tão forte que, geralmente, só se ouve falar de dois candidatos por eleição: o do partido democrata e o do partido republicano. Isto porque estes dois partidos atuam como rivais absolutos e a disputa é tão grande que os outros candidatos quase não são mencionados, nem mesmo nos jornais do país. Os debates geram audiência incrível na TV norte-americana, enquanto no Brasil o debate para prefeito foi ignorado por conta do último capítulo da novela. 

Os norte-americanos distribuem broches com “I voted”, e a população usa-os com orgulho. No Brasil, me arrisco a dizer, metade da população perde o comprovante de voto, mesmo sabendo que em determinados momentos da vida terão de apresentá-los. 

Portanto, o post de hoje é mais um apelo para que nós, cidadãos da maior cidade do Brasil, tenhamos mais consciência e cumpramos nosso dever neste domingo com cuidado. Que esbanjemos a sensação de missão cumprida, mas também o sentimento de orgulho pela decisão tomada depois de muita reflexão. 

Leila

O grande dia!

Não, não estou falando da final da Libertadores (mesmo porque sou sã paulina e minha cabeça até dói de pensar o que pode acontecer mais tarde!). Estou falando do dia da Independência dos Estados Unidos! Dia 4 de Julho é um dos raríssimos dias do ano em que os nossos queridos norte-americanos decidem largar o trabalho para celebrar um acontecimento histórico. Ao contrário de nós brasileiros, eles comemoram o dia em grande estilo e até mesmo as crianças muito novas aprendem a importância de celebrar a data. 

As pessoas nas grandes cidades vão até os centros onde assistem aos desfiles, apresentações de fogos de artifício, carnavais, feiras, piqueniques, e até mesmo discursos políticos. Nas cidades menores, as famílias se reúnem num grande churrasco, com música e dança. 

Não é à toa que a comemoração seja tão grande: ao contrário do nosso país, os Estados Unidos lutaram muito bravamente pela sua independência do Reino Unido, e fazem questão de mostrar seu patriotismo, não só neste dia, mas durante o ano todo.

Para quem, no futuro, tiver a oportunidade de visitar o país nesta data, aproveite para participar das comemorações. Certamente é uma demonstração emocionante de amor ao próprio país!